Capacitação de empreendedores digitais em cursos a distância e desenvolvimento de aplicativos.

Melhorar a educação é preciso!

A Finlândia, país com excelente qualidade de ensino está preocupada com as próximas décadas. E no Brasil, o que fazemos quanto a isso?Nessa semana li uma matéria informando que na Finlândia está ocorrendo a “maior reunião de pais e professores do mundo” para planejar educação do futuro.

E essa reunião está sendo feita em um determinado dia, simultaneamente, nas escolas públicas do país todo!

Pretendem envolver os pais em um amplo debate sobre a agenda que os finlandeses acreditam ser necessária para preservar o nível de excelência do ensino público nos próximos anos.

Uau!

O que é a Finlândia no ranking de educação?

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mantém um ranking da educação em 36 países. Nesse ranking a Finlândia ocupa a 1ª posição. Para você ter uma comparação, o Brasil atualmente amarga a penúltima posição, à frente somente do México. Como critérios avaliados pela organização estão o desempenho dos alunos no PISA, a média de anos que os alunos passam na escola e a porcentagem da população que está cursando ensino superior.

Uau!

Definitivamente, a Finlândia não é qualquer país quanto a qualidade de educação.

E, se os professores da Finlândia estão atentos aos novos desafios que os alunos enfrentarão no mercado de trabalho, isso é algo para ficarmos atentos!

Se a Finlândia, que está em primeira posição no ranking de educação pode melhorar, imagine o quanto nós, professores do Brasil que estamos em penúltimo no ranking podemos melhorar!

Essa é uma reflexão pertinente de ser feita: O que podemos fazer para trazer uma melhor qualidade à sala de aula?

Muitas vezes ouvimos que a atual qualidade é decorrente de falta de investimento. Será que é mesmo?

O que nós, professores, coordenadores e diretores, temos ao nosso alcance para que possamos melhorar a qualidade da educação, senão de forma sistêmica, mas ao menos em nossa instituição ou, minimamente nas turmas onde lecionamos?

Será que o formato de carteiras enfileiradas, em direção à lousa, no tradicional formato de aula com lousa e giz com aula expositiva é algo que deve ser mantido para todas as disciplinas?

E o que dizer do uso extensivo de PowerPoint em todas as aulas?

Como tornar as aulas mais interessantes, mais instigantes?

Como motivar os alunos a aprender (e também colaborar no “ensinar”)?

Há reuniões periódicas entre os professores para discussão de práticas baseado em experiência prática para ajustar o que funciona ou não?

E as tão faladas metodologia ativa, PBL, flipped classroom, gamification e correlatas, como está sua utilização?

Essas reflexões são interessantes para que possamos, ainda que distantes da Finlândia, tentar galgar as posições. Mesmo que lentamente, mas é preciso melhorar.

 

2018-04-29T22:01:37+00:009/nov/2017|0 Comentários

Sobre o Autor:

Hoje, tenho como projeto de pessoal o Sala de Aula .online com objetivo de colaborar com pessoas que querem empreender no mercado digital tanto desenvolvendo seus próprios aplicativos quanto produzindo seus treinamentos para EAD. Tenho formação como bacharel em Ciência da Computação, pós-graduações como MBA em Tecnologia da Informação, especialização Inovação e Gestão em EAD - USP e mestre pela FMRP-USP. Como experiência profissional e pessoal, sou idealizador do Sala de Aula .online, tenho experiência em desenvolvimento web de mais de 10 anos, professor no curso de Sistemas de Informação na Faculdade de Ribeirão Preto, orientador de mais de 1 dezena de trabalhos de TCC e orientador técnico de projeto de mestrado, orientando e acompanhando vários alunos, além de autor de projetos de pesquisa científica e acadêmica.

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